sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Principais causas de morte em diferentes regiões do mundo

A Vox fez um vídeo que compara as principais causas de morte prematura em diferentes países e regiões. Vale a pena ver aqui.

Sugestões de leitura

A McKinsey identifica algumas oportunidades para as empresas farmacêuticas num período de revolução digital (aqui). Por outro lado, a Strategy and Business publica um vídeo curto (cerca de 5 minutos) onde Jeffrey Pfeffer apresenta algumas ideias essenciais sobre o poder nas organizações, assim como sugere alguns livros destinados a quem ocupa (ou deseja ocupar) lugares de liderança. Devo acrescentar que Pfeffer é um dos meus autores preferidos na área da gestão, pela sua preocupação com a realização de investigação com implicações práticas. Em particular, tem-se dedicado a estudar questões relacionadas com a obtenção de poder - por exemplo, como é que determinados indivíduos obtêm poder no interior das organizações? Podem saber mais aqui.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Perda de importância dos consultórios privados

O Jornal de Negócios (18.08.2015) publicou uma notícia baseada em dados recentemente disponibilizados pelo INE e relativos à Conta Satélite da Saúde (aqui). Um dos gráficos apresentado mostra a diminuição da importância dos consultórios privados e das farmácias na estrutura das despesas das famílias nos últimos anos.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

"Promoção da Saúde e Prevenção da Doença"

A WHO e o European Observatory on Health Systems and Policies acabam de disponibilizar a síntese de implicações em termos de políticas de um novo livro entitulado "Promoting health, preventing disease: is there an economic case?" que poderá ser lido na íntegra no outono. As conclusões principais estão elencadas aqui.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Report Cards dos cirurgiões como exemplo de inovação disruptiva

No blog de Ashish Jha, médico e investigador na área da política de saúde, que tem como lema "uma grama de evidência vale por quilos de opinião" há uma reflexão curiosa sobre novos dados que foram tornados públicos relativamente a complicações cirúrgicas de 17 000 cirurgiões americanos. Como filha de cirurgião, e apesar de conhecer a vasta literatura da Economia da Saúde que levanta as dificuldades associadas a estas comparações, não deixo de partilhar a ideia do autor de que este é um passo na direção certa. E é também um exemplo muito interessante de inovação disruptiva. Para ler aqui.

sábado, 18 de julho de 2015

Concentração das despesas em saúde num reduzido número de doentes

Quem se interessa pelo tema da Economia da Saúde sabe que as despesas em saúde se encontram muitto concentradas num reduzido número de pessoas. Mais uma vez são divulgados alguns dados que confirmam esta realidade. Num anexo (E) do Relatório Dying in America: Improving Quality and Honoring Individual Preferences Near the End of Life (aqui) conclui-se que, nos EUA, os 5% da população que mais gasta em saúde é responsável por 60% da despesa. Um comentário síntese a este anexo pode ser lido aqui.

ADSE

Ontem os títulos da imprensa estiveram repletos de notícias sobre a ADSE (por exemplo, aqui), a propósito da publicação de uma auditoria do Tribunal de Contas ao referido subsistema (aqui). A ideia fundamental com que os funcionários públicos ficaram foi a de que "estão a descontar mais do que deviam". A propósito desta questão convém relembrar as conclusões do estudo elaborado pela Porto Business School, a pedido da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada: é crucial que a ADSE seja considerada como um fundo com autonomia administrativa e financeira para que possa fazer uma gestão eficiente dos excedentes acumulados, conseguindo assim financiar eventuais défices futuros (aqui). Essa é uma das condições para assegurar a sustentabilidade da ADSE.