O objetivo deste blog é divulgar os principais eventos relevantes para a gestão de instituições de saúde, em especial na região norte de Portugal, bem como dar a conhecer novos artigos e informação importante no domínio da Economia da Saúde.
sábado, 28 de novembro de 2015
Knok healthcare - a aplicação do conceito uber à relação médico-doente
A empresa Knok Healthcare, criada no Porto, está a iniciar a sua atividade. Neste post é possível compreender como surgiu esta ideia, incubada na UPTEC e à qual a revista Exame Informática de dezembro dedica uma notícia. Saibam mais aqui.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
"Quanto estaria disposto a pagar para viver mais um ano de vida?"
Este é o título de um post no Blog The Conversation. Neste post faz-se referência a um artigo recentemente publicado na Health Policy com o título Preferences for end-of-life care among community-dwelling older adults and patients with advanced cancer: A discrete choice experiment. Neste artigo, com as conclusões de um estudo realizado em Singapura, concluiu-se que as pessoas estão mais preocupadas com a qualidade de vida e os cuidados paliativos do que que com o aumento da esperança de vida. Por exemplo, os doentes estão dispostos a pagar mais 10 000 £ por tratamentos que permitam morrer em casa (em vez do hospital) e cerca de 21 500 £ para evitar a dor. Comparativamente apenas estão dispostas a pagar cerca de 5 000 £ por 12 meses adicionais de vida. Este estudo vai ao encontro de outros que salientam a importância da qualidade de vida.
Dominic Wilkinson conclui assim que (tradução livre): "Em situações terminais pode ser um erro a concentração de energias e dos recursos limitados em tecnologias muito dispendiosas que prolongam a vida por pouco tempo. Os doentes atribuem mais valor a bons cuidados paliativos, à possibilidade de estarem com a sua família, de evitarem tratamentos dolorosos e de permanecerem nas suas casas."
Dominic Wilkinson conclui assim que (tradução livre): "Em situações terminais pode ser um erro a concentração de energias e dos recursos limitados em tecnologias muito dispendiosas que prolongam a vida por pouco tempo. Os doentes atribuem mais valor a bons cuidados paliativos, à possibilidade de estarem com a sua família, de evitarem tratamentos dolorosos e de permanecerem nas suas casas."
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Inovação disruptiva
Medicamentos genéricos e biossimilares
O Blog Incidental Economist apresenta mais um vídeo muito interessante a propósito dos genéricos - desta vez sintetiza as conclusões de um estudo sobre a importância de dar um nome de marca aos medicamentos genéricos. Comparam os resultados de dar ibuprofeno ou placebo a estudantes com dores de cabeça. Aos estudantes diz-se que estão a tomar "Nurofen" ou um "genérico de ibuprofeno". Efetivamente, nuns casos os estudantes recebem placebo e noutros um genérico de ibuprofeno. As conclusões são muito interessantes. Os que receberam o genérico em vez de placebo obtêm melhores resultados, mas os que estão convencidos que receberam "Nurofen" (tendo recebido um placebo) obtêm melhores resultados do que aqueles a quem se diz que receberam "genérico de ibuprofeno" (tendo recebido o mesmo placebo)! A designação importa!
Os biossimilares, por seu turno, são conhecidos como os "genéricos dos medicamentos biológicos". O New York Times explica o que são e a sua importância e faz uma proposta para que os seus preços possam ser mais reduzidos.
Os biossimilares, por seu turno, são conhecidos como os "genéricos dos medicamentos biológicos". O New York Times explica o que são e a sua importância e faz uma proposta para que os seus preços possam ser mais reduzidos.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
As diferenças entre os medicamentos de marca e os genéricos
Recomendo este excelente vídeo que compara os medicamentos de marca e os medicamentos genéricos!
Incentivos Financeiros a Médicos e a Doentes
O JAMA publicou um vídeo onde se comparam as experiências de pagamento de incentivos financeiros a médicos, doentes ou a ambos para reduzir os níveis de colesterol em deontes de elevado risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Conclui-se que os melhores resultados são conseguidos quando se pagam incentivos quer a médicos, quer a doentes. Para ver aqui.
Sobre o estabelecimento do preço dos medicamentos
Sobre a forma como são estabelecidos os preços dos medicamentos nos EUA e o que influencia a capacidade que as empresas farmacêuticas têm de fixar os preços há uma excelente síntese aqui. convém recordar alguns posts anteriores deste blog relacionados com este tema (aqui e aqui) e o link para o Drug Abacus.
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