Henrique Martins é o orador convidado num Seminário subordinado ao tema "mHealth – Moving Ahead: Desafios da portabilização dos dados de saúde" promovido no âmbito da Pós-Graduação em Gestão e Direção de Serviços de Saúde que se realiza na próxima segunda-feira, dia 13, pelas 19.00 na Porto Business School.
Na terça-feira, dia 14, realiza-se, um debate sobre a ADSE onde será discutido o futuro da ADSE e o Relatório da Comissão de Reforma da ADSE, no Auditório dos Hospitais Lusíadas Porto, às 21.00. Este debate é uma iniciativa conjunta do Conselho Regional do Norte da Ordem dos Médicos e da APEG Saúde.
O objetivo deste blog é divulgar os principais eventos relevantes para a gestão de instituições de saúde, em especial na região norte de Portugal, bem como dar a conhecer novos artigos e informação importante no domínio da Economia da Saúde.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Sugestões de leitura
Um dos posts do blog Incidental Economist é bastante elucidativo sobre as possíveis consequências do problema da resistência aos antibióticos, pelo que recomendo a sua leitura. Para quem se interessa sobre as questões da fixação do preço dos medicamentos em função do seu valor, sugiro este post do Knowledge at Wharton. Já no que diz respeito à telemedicina, no New York Times, discute-se em que medida poderá ajudar a diminuir os custos de oportunidade associados às idas ao médico, enquanto no Wall Street Journal se apontam algumas preocupações associadas à sua utilização na dermatologia. Por fim, não deixem de aproveitar e sorrir com este cartoon onde um doente quer indicar o seu iphone como o seu médico de família! Noto ainda que foi publicado o Relatório Europeu sobre Drogas, do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, e que está disponível em português aqui.
sábado, 28 de maio de 2016
Sugestões de leitura
Deixo a referência para dois artigos interessantes: um, com o sugestivo título Do Pharmacists Buy Bayer? Informed Shoppers and the Brand Premium, publicado no Quarterly Journal of Economics, onde se conclui os consumidores com mais informação estão menos dispostos a pagar um prémio pelos medicamentos de marca (para a dor de cabeça). Assim, os farmacêuticos apenas os escolhem em 9% dos casos, contra 26% por parte dos consumidores médios. Outro, encontra apoio para a hipótese de que um aumento da concorrência entre os hospitais públicos faz melhorar a qualidade da gestão.
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Foi publicado no Health Economics Review um artigo de Sofia Vaz e Pedro Ramos, antigos alunos do Mestrado em Gestão e Economia dos Serviços de Saúde da FEP (Faculdade de Economia do Porto). O artigo, Where did civil servants go? the effect of an increase in public co-payments on double insured patients é de acesso livre. Parabéns Sofia e Pedro! Estamos, mais uma vez, muito contentes!
Etiquetas:
ADSE,
Hospital Conde de São Bento (Santo Tirso),
Hospital de São João,
Hospital São João de Deus (Famalicão),
urgência
sábado, 21 de maio de 2016
Resistência aos antibióticos
Em 2014, o governo inglês, preocupado com o problema da resistência aos antibióticos, nomeou uma comissão liderada por Jim O’Neill para estudar a questão e propor soluções. O relatório com as recomendações propostas foi publicado esta semana. Para além de discutir o problema e a necessidade de atuação, chama a atenção para a necessidade de medidas como campanhas de conscencialização da opinião pública. Uma medida particularmente controversa é a de "play or pay". As empresas farmacêuticas ou demonstram que estão a trabalhar nesta área ou têm de pagar às outras empresas que o fazem. Esta medida poderá dividir um setor onde a colaboração será essencial para a resolução do problema. Outro argumento contra a ideia é a possibilidade de as empresas "fingirem que estão preocupadas" com assunto quando efetivamente não estão. O relatório aponta ainda a necessidade de restringir o uso de antibióticos nas atividades agrícolas ou de criação animal. Nos EUA, 70% dos antibióticos que estão classificados como importantes do ponto de vista médico para o tratamento de pessoas são usadas em atividades agrícolas.
sábado, 14 de maio de 2016
Hospitais e Fórmula 1
A revista Visão acaba de divulgar uma notícia com o título "Hospital chama mecânicos da Fórmula 1 para salvar bebés em risco de vida" (aqui). Este é um bom exemplo de benchmarking entre setores, uma técnica que se ensina nas aulas de Estratégia. Com efeito, "dizem os livros", as empresas devem recorrer ao benchmarking para avaliar os seus pontos pontos fortes e fracos, assim como oportunidades de melhoria. Este benchmarking tanto pode ser efetuado com empresas da mesma indústria ou setor como com empresas que realizam particulamente bem uma determinada atividade, mesmo que num setor totalmente diferente, como está aqui em causa. Uma situação semelhante ocorreu com a British Airways que conseguiu melhorar os processos de manutenção, reabastecimento e tempo de limpeza entre voos estudando os processos usados nas corridas de fórmula 1 quando os carros vão às boxes (aqui e aqui).
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Seminário na Porto Business School com o CEO da Knok - A Uber da Saúde
No âmbito da Pós-Graduação em Gestão e Direção de Serviços de Saúde, da Porto Business School realiza-se, no próximo dia 20 de abril, pelas 18h30, o seminário: “Os desafios da inovação na Saúde”, evento liderado por José Bastos, CEO da Knok Healthcare.
No evento vai discutir-se como surgiu a ideia de criação da empresa, os principais desafios da implementação do projeto e o futuro da Knok Healthcare. A Knok é uma aplicação móvel que permite que os pacientes marquem uma consulta com o médico que escolherem, com base na localização dos dois.
José Bastos é licenciado em Gestão pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto e concluiu o programa de formação para executivos Strategy Design and Execution da Porto Business School. É um dos fundadores da Knok Healthcare, uma empresa portuense recentemente mencionada no British Medical Journal como a “Uber para os cuidados de saúde” e que foi incubada na UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto.
A entrada é livre sujeita a confirmação junto de Carlos Pinto (cpinto@pbs.up.pt).
No evento vai discutir-se como surgiu a ideia de criação da empresa, os principais desafios da implementação do projeto e o futuro da Knok Healthcare. A Knok é uma aplicação móvel que permite que os pacientes marquem uma consulta com o médico que escolherem, com base na localização dos dois.
José Bastos é licenciado em Gestão pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto e concluiu o programa de formação para executivos Strategy Design and Execution da Porto Business School. É um dos fundadores da Knok Healthcare, uma empresa portuense recentemente mencionada no British Medical Journal como a “Uber para os cuidados de saúde” e que foi incubada na UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto.
A entrada é livre sujeita a confirmação junto de Carlos Pinto (cpinto@pbs.up.pt).
Subscrever:
Mensagens (Atom)